terça-feira, 21 de abril de 2015

Vivência do Amor Fraterno




Charles Evaldo Boller

O calor humano que une os maçons.

A Maçonaria recebe novos membros por intermédio de iniciação, o que a diferencia de outras associações de pessoas.

Naquele psicodrama é exigido do recipiendário o juramento de que tudo fará para defender seu irmão na ocorrência de infortúnios. É algo bem diferente ao irmão de sangue, adquirido de forma compulsiva. O irmão maçom é resultado de escolha consciente e racional, donde as amizades desenvolvidas na convivência serem coladas com o cimento do amor fraterno.

Um sábio, quando inquirido sobre sua interpretação do significado de fraternidade, usou da seguinte parábola:

Encontrava-me nas proximidades de uma colina coberta de neve e observava dois garotos que se divertiam com um pequeno trenó.

Quando os dois meninos chegavam embaixo da encosta, depois de haverem escorregado, o rapaz mais velho colocava o mais novo às costas e subia pelo aclive puxando o trenó por uma corda.

O garoto mais velho chegava ao topo ofegante debaixo da carga elevada para seu tamanho.

E isto se repetiu várias vezes, até que resolvi inquirir:

— Mas não é uma carga muito pesada esta que levas morro acima?

O garoto mais velho respondeu sorrindo:

— De forma alguma! Esta carga é leve! Pois este é meu irmão!

Para o sábio esta foi a definição exata de Fraternidade.

Para ele, o amor fraterno exige espírito elevado, consta até de sacrifícios, mas não o considera como tal, e sim algo natural, a carga é transportada com alegria e sem reclamação.

Este sábio foi o presidente norte-americano Abraham Lincoln.

Na escolha do candidato a ser iniciado na Maçonaria, procura-se estimar no perfil emocional do proposto em sua capacidade de desenvolver Vivência no Amor Fraterno.

Na investigação antes da iniciação os sindicantes devem certificar-se se o candidato:

·         Vive em harmonia no lar.
·         Tem boa reputação na sociedade.
·         Relaciona-se bem com colegas de trabalho.
·         É capaz de adaptar-se ao meio social.
·         Tem bom convívio social.

Significa que todo aquele que for considerado apto, aprovado e iniciado, tem o amor fraterno como característica de caráter e personalidade.

Ele já vem com a capacidade de superar eventuais dificuldades de relacionamento interpessoal. E para melhorar, esta qualidade distintiva fundamental é depois sacramentada por solene juramento!
A consequência é o aquecimento do amor fraterno entre os irmãos da loja.

Na iniciação o recipiendário recebe um avental branco, considerado seu ornamento máximo, representa o trabalho, e lhe é dito que deve mantê-lo imaculado, limpo.

Não se trata de sujeira literal, esta pode até ocorrer para o diligente e ativo obreiro. Mancha que sai com água, basta lavar e está limpo. O paramento do zeloso maçom deve ficar isento de qualquer nódoa moral ou comportamental. Esta é difícil limpar porque exige mudança do maçom e o uso da "água" do amor fraterno para lavar.

Nenhum iniciado deveria usar seu avental e adentrar numa loja, se lá houvesse irmão que odiasse. Isto suja o avental de forma indelével além de afetar as energias cósmicas que envolvem a todos durante a sessão. Deve-se considerar a dificuldade de resolver problema de relacionamento interpessoal como se fosse o escalar de uma encosta íngreme e coberta de neve, com aquele irmão às costas.

Não é fácil!

Mesmo ofegante, e debaixo de carga tão grande, deve-se fazê-lo sorrindo. A razão deve suplantar a emoção, haja vista que isto já faz parte do iniciado. Se inquirido do peso da carga, este irmão deve exclamar:

- De forma alguma! Esta carga é leve! Pois este é meu irmão!

Egoísmo e indiferença são sintomas de falta de amor. O contrário de amor não é o ódio, é a indiferença!

Quando existem situações de disputa ou mágoa, é importante que os envolvidos resolvam as querelas fora das paredes do templo, e só então coloquem seus aventais e adentrem.

Ao superarem suas diferenças, a benção do Grande Arquiteto do Universo, a divindade dentro do iniciado, lhes proporcionará o aglutinante místico do amor fraterno que cimentará de forma brilhante as duas pedras que ambos representam na grande edificação da humanidade.

Isto é vivência real do amor fraterno, o aglutinante místico que mantém unidos os irmãos numa loja. Num agrupamento assim constituído é certa a presença do Grande Arquiteto do Universo.
Poderá haver bem maior que um amor fraternal bem vivido?

O Grande Arquiteto do Universo certamente só se manifesta onde existem pessoas que se tratam como irmãos espirituais e onde cada um nutre profundo amor fraterno pelo outro.

Todo irmão que passar por uma situação onde eventualmente ocorre disputa ou ofensa, deve colocar aquele que considera ser seu ofensor às costas e carregá-lo ao alto de seu coração.

E, se inquirido do peso, deve exclamar:

- De forma alguma! Esta carga é leve! Pois este é meu irmão.

Biografia
1.        Lincoln ou Abraham Lincoln, advogado e estadista norte-americano. Também conhecido por Honest Abe. Nasceu em Hardin County, Kentucky, Estados Unidos da América em 12 de Fevereiro de 1809. Faleceu em Washington, EUA, em 15 de Abril de 1865, com 56 anos de idade, assassinado. Décimo sexto presidente da República dos Estados Unidos da América, em 1860.

domingo, 2 de novembro de 2014

Não Elogiar ao irmão Desnecessária ou Interesseiramente



Autor: Equipe da Excelsa Loja de Perfeição General Clodomiro Nogueira

Sinopse: O elogio inoportuno e incorreto.

O elogio para um irmão deve ser simples, sincero e oportuno!

Não precisa estardalhaço!

Faz bem a autoestima do irmão, estimula o exercício de registrar o que as pessoas fazem de bem e de bom, os seus trabalhos, bem como seus esforços.

O elogio desnecessário causa falsas expectativas e faz com que o irmão fique na mesmice, não evolua, fica sustentando algo fraco, sem subsídio, sem base alguma.

A pessoa que recebe um elogio desnecessário ou interesseiro pode causar seu acomodamento: fica preso na pobreza de ideias, que nada acrescentam. Na verdade está recebendo uma mentira: faz que o irmão não progrida.

É necessária a crítica e ideias novas!

O elogio não precisa ser pomposo! Deve ser simples, específico, sincero, honesto e direto. Assim revelará resultados exuberantes. Fará com que o elogiado perceba o quanto ele é importante. Ensina o quanto o tempo das pessoas é precioso! Causa mudança de postura nas pessoas. Faz que elas queiram progredir! Ao contrário do desnecessário e interesseiro! Este causa apenas um ambiente de hipocrisia.

Elogios motivam e encorajam. Receber elogios produz um senso de companheirismo. Dar elogios sinceros demonstra consideração e cria ambiente de calor humano, segurança e apreço.

O desejo de elogiar ajuda a enxergar virtudes e defeitos. Fica-se atento aos pontos fortes das pessoas, não aos fracos.

Elogio apropriado suscita confiança em quem o recebe.

Elogio sincero e merecido é presente que todos podem dar. Quando dado de maneira equilibrada significa para quem o recebe muito mais do que se imagina. Palavras oportunas levantam o estado de espírito! A Bíblia Judaico-cristã declara:
"Saber dar uma resposta é uma alegria; como é boa a palavra certa na hora certa!" Provérbios 15:23.
O maçom sabe que está neste paraíso de delícias para semear e não para ceifar. Semeia bons sentimentos, boas ações, bom trabalho, seu amor. É certo que hoje ele colhe o que outros plantaram no passado, mas agora é sua vez de semear. O que semear é obrigado colher. Nesta semeadura ele elogia sempre que pode, valoriza o que o outro produz com seu trabalho, com seus pensamentos, com sua imaginação, com sua interação social. E só elogia o que merece ser elogiado, caso contrário, se seu elogio for bajulação, então desconfia que tenha algo de errado com ele próprio.

Destemperos entre irmãos afloram. Estes convivem em ambiente com limites claros e definidos, numa sociedade caracterizada por padrões preestabelecidos e onde todos são responsáveis. Na maioria das vezes eles elogiam e apoiam, haja vista o elogio ser uma necessidade essencial nos relacionamentos saudáveis. Irmãos maçons desenvolvem a humildade, que é outra expressão do amor, pois significa que são autênticos, sem arrogância, pretensão ou orgulho.

No desenvolvimento da liberdade de pensar, os debates não podem cair no marasmo da situação caótica vigente na sociedade. Nem em elogios fosforescentes. Não interessa como a sociedade hodierna se comporta o que faz ou deixa de fazer. O que acontece ou já aconteceu é história. Nada se pode fazer para mudar presente e passado. O maçom apenas tem em seu poder a possibilidade de mudar o futuro.

Evita-se divergir, terceirizar problemas, procurar culpados ou definir soluções utópicas, impraticáveis devidos à imperfeição. O foco é mudar a si mesmo pelo pensamento, e com isto, mudar a sociedade futura como consequência de pensamentos, de convencimento.

Os debates devem ser elevados, cultos, muito acima do pensamento comum. Devem fugir do usual e manipulado pela mídia. Principalmente da política corrompida e corruptora. Restringir-se ao campo das ideias e fugir das queixas e protestos que em nada contribuem para a autoeducação, o tão desejado "conhece-te a ti mesmo" socrático.

Os objetivos e alvos são mente e coração dos irmãos reunidos em sagrados lugares. Depositar o fruto do próprio discernimento em templos de carne e ossos é o alvo. Plantar lá nos lugares sagrados as sacras sementes do pensamento que têm a capacidade de mudar a sociedade. Isto todo maçom evoluído amplamente comprovou a partir dos conhecimentos dos sábios de antanho.

Elogiar por elogiar é falsidade!

Confirma o atestado de pobreza cultural interna daquele que elogia.

É bajulação desnecessária!

Normalmente quem elogia sem necessidade é narcisista: expressão de vaidade que prejudica ao elogiado.

Não elogiar ao irmão desnecessária ou interesseiramente possibilita o ambiente correto ao desenvolvimento do líder que o futuro da humanidade necessita.

Hoje, o maçom planta dentro de si mesmo a capacidade de andar com as próprias pernas, de não depender dos outros para pensar com clareza. Esta é a justificativa de não elogiar à toa! Elogiar quando o momento demanda crítica é uma forma de desconstruir o homem em formação, é falsidade, hipocrisia e não algo que se espera de irmão!

Se a boca for abrir-se para elogiar o que deve ser criticado é melhor bater nela e calar-se!

Fonte:

Seminário Filosófico 2014 da Excelsa Loja de Perfeição General Clodomiro Nogueira, Primeira Região Litúrgica do Paraná, Supremo Conselho do Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito da Maçonaria para a República Federativa do Brasil.

Colaboradores:

Alexandre Manoel Varela;
Charles Evaldo Boller;
Dowglas Fernandes Sousa;
Eloy Jaime Boller;
Fabriccio Petreli Tarosso;
Francisco Adolfo Vianna Martins;
Jeferson Leon Bastos;
Luiz Fernando Dietrich;
Romildo Nunes Ferreira;
Vanderlei Castellon Ré;
Willian Jose Alexandre.

Grau do Texto: Aprendiz Maçom.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Fazer o Bem


Autor: Equipe da Excelsa Loja de Perfeição General Clodomiro Nogueira
Alguns ditados populares:

Fazer o bem, sem saber a quem.
Fazer o bem, que mal tem.

Na vida real e cotidiana pode-se fazer o bem com mais sabedoria e qualidade.

Fazer o bem sem saber a quem, pode ser a forma de realização com o único intuito de cumprir preceito ou a forma de que a pessoa ache que fez sua obrigação junto à sociedade e até mesmo consigo mesmo. Tal como fazer uma doação seja ela em dinheiro, alimento, roupas etc.

Isto não se aplica aos grandes desastres ou enchentes, onde ocorrem vários chamamentos, para que de forma imediata e urgente, se faça algo em benefício dos necessitados.

Fazer o bem é abrangente!

Proporciona oportunidades de casualmente, realizar algo que permite reflexão maior no transcorrer do tempo. O pensamento estará voltando para aquela ação simples, mas que no momento traduz o real sentido de fazer o bem.

Vejamos:

  • Ajudar pessoa idosa, cega ou que esteja em dificuldade para atravessar uma rua, ler um endereço, indicar o local desejado.
  • Ligar para alguém conhecido, parente, irmão, tão logo tenha conhecimento de que passa ou passou por algum incomodo ou doença, enfim praticar um ato de solidariedade, hoje pouco comum.
  • Ligar, simplesmente ligar, para alguém por ter sentido saudade. Basta um alô e dizer: — estava pensando em você.
  • Ajudar com o simples fato de escutar o amigo num desabafo.
  • Ser ou oferecer o ombro amigo.

Várias são as formas de "fazer o bem"!

Basta cada qual fazer qualquer coisa para alegrar ao outro: irá sentir-se realizado, leve e mais do que nunca feliz...

Fonte
1.       Seminário Filosófico 2014 da Excelsa Loja de Perfeição General Clodomiro Nogueira, Primeira Região Litúrgica do Paraná, Supremo Conselho do Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito da Maçonaria para a República Federativa do Brasil.

Colaboradores
Alexandre Manoel Varela
Charles Evaldo Boller
Dowglas Fernandes Sousa
Eloy Jaime Boller
Fabriccio Petreli Tarosso
Francisco Adolfo Vianna Martins
Jeferson Leon Bastos
Luiz Fernando Dietrich
Romildo Nunes Ferreira
Vanderlei Castellon Ré
Willian Jose Alexandre

A Moral Maçônica, o Estado de Direito, a Política e a Liberdade de Pensamento


Autor: Equipe da Excelsa Loja de Perfeição General Clodomiro Nogueira

Sinopse: Atuação do maçom em Moral Maçônica, Estado de Direito, Política e Liberdade de Pensamento.

Moral maçônica, estado de direito e política são três frentes onde o maçom atua para auxiliar a sociedade no difícil caminho da evolução.

O Estado não é um patrimônio como outros, é composto por homens sobre os quais o Estado tem direito de mandar e dispor. Comparado a uma árvore seria um tronco que possui sua particularidade e raízes próprias. A Maçonaria considera a todos os partidos políticos como variações de absolutismo, daí não se envolve em debates político-partidários, entretanto, estuda política como ciência e filosofia.

A Maçonaria e sua filosofia político-social tem a pretensão de desenvolver homens prudentes para dirigirem as coisas do Estado. São entusiastas que estão motivados a regenerar um Estado que foi arruinado por tiranos. Daí o valor de um Estado ser contabilizado pelos valores dos indivíduos que dele fazem parte: o Estado que imbeciliza, irrita e torna os homens dóceis desenvolve pessoas sem expressão. A Maçonaria atua neste viés de desenvolver homens de escol para modificar para melhor o Estado que fica ao léu das ideologias absolutistas, onde entram os partidos.

A vida do homem feliz conta com liberdades de ação e de pensamento. O maçom, em seu filosofar, entende que deve lutar pela liberdade, que não implica em agir de uma forma ou de outra. É um processo educativo que deduz ser a liberdade o equilíbrio entre o que se pensa e uma ilibada conduta moral. A liberdade de pensamento vem de liberdade de escolha, do grego "hairesis", ou heresia. A conquista da possibilidade de cometer heresia é a maior expressão de liberdade obtida por muitas lutas e constitui um dos valores mais significativos dos últimos tempos.

Em sendo ciência, a Maçonaria desapareceria se não preconizasse suas ações pela liberdade de pensamento. O pensamento do maçom é ilimitado, é onde tem liberdade absoluta. As obras, a oratória e a escrita, no entanto, devem ser moderadas pela racionalidade: o pensar não ofende! O que já não acontece com as expressões faladas, escritas e ações.

A moral é fundamento que suporta o respeito ao Estado de Direito, a política como ciência e a liberdade de pensamento. Moral é o alicerce destas coisas assim como a verdade é da moral. Na ordem maçônica é comum desenvolver esperança, coragem e firmeza para que a mente se enquadre na moral. É a razão de filosofar! De a Maçonaria trabalhar constantemente os processos racionais. Todo procedimento moral é um processo racional. O homem pode até ser criatura que vive de barganhas, mas se tiver devoção para com a verdade como centro da moralidade, então esta é a forma heroica e devotada dos atos do maçom que assume a responsabilidade da liberdade de pensar.

O objetivo da ordem maçônica é desenvolver a espiritualidade do maçom para diferenciá-lo da grande massa de pessoas sem rumo, perdidas e escravizadas pelo capitalismo selvagem, cuja dinâmica de convivência é causa da violência cada vez mais ampla. A falta de amor é tida pelos estudiosos como a maior causa da escalada da violência em todos os tempos. Onde a espiritualidade tem o potencial para desenvolver o amor entre as pessoas. A falta de princípios morais, consequência da baixa espiritualidade, agrava em muito, esta triste realidade. Em sendo a espiritualidade a capacidade intrínseca que cada pessoa possui latente em si, basta lhe serem reveladas estas capacidades naturais para que ela se modifique. De sua livre vontade surgem mudanças de atitude para consigo mesmo, família, sociedade e por consequência afetar todo o ser vivo global que uns denominam Gaia e outros de Biosfera da Terra.

Sem entrar nos deméritos das razões em virtude dos resultados, as religiões não estão conseguindo administrar o desenvolvimento desta potencialidade a contento e apontar os rumos para o amor. O maçom que entende a intenção da Maçonaria, mesmo que imerso pela propaganda e a mídia comandada pelo sistema de lucro extremado, se desenvolve em resultado da prática da liberdade de pensamento. A Maçonaria, através de seus homens, muda rumos: basta ao maçom desejar e agir neste sentido. Mesmo não sendo religião, a Maçonaria e sua filosofia, levada a sério, desenvolvem a capacidade espiritual para o exercício do amor.

É objetivo dos estudos maçônicos promoverem a paz desde os menores grupos sociais como família e comunidade, até alcançar o país e o restante do mundo. O alvo são todos os lugares onde ocorrem necessidades de observar bons relacionamentos entre pessoas, dos mais diversos grupos étnicos, culturais, socioculturais, línguas, religiões, políticos, maneiras de agir, e outras possíveis características que criam grupos estanques.

Fonte:
Seminário Filosófico 2014 da Excelsa Loja de Perfeição General Clodomiro Nogueira, Primeira Região Litúrgica do Paraná, Supremo Conselho do Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito da Maçonaria para a República Federativa do Brasil.

Colaboradores:
Alexandre Manoel Varela;
Charles Evaldo Boller;
Dowglas Fernandes Sousa;
Eloy Jaime Boller;
Fabriccio Petreli Tarosso;
Francisco Adolfo Vianna Martins;
Jeferson Leon Bastos;
Luiz Fernando Dietrich;
Romildo Nunes Ferreira;
Vanderlei Castellon Ré;
Willian Jose Alexandre.

Rito: Rito Escocês Antigo e Aceito
Grau do Texto: Aprendiz Maçom.